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Mostrando postagens com o rótulo Economia & Investimento

Exportações brasileiras para a União Europeia sobem 60,1% em setembro; vendas para a Argentina recuam

Brasil ampliou as vendas para o bloco europeu em setembro, enquanto embarques para a Argentina tiveram queda de 25,2%. Balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 7,74 bilhões no mês. As exportações brasileiras apresentaram comportamentos diferentes entre alguns dos principais parceiros comerciais do país em setembro. Enquanto as vendas para a União Europeia cresceram 60,1% na comparação com o mesmo mês de 2025, os embarques para a Argentina recuaram 25,2% . Os números fazem parte dos dados da balança comercial de setembro divulgados nesta terça-feira (6) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). No mês, o Brasil exportou US$ 34,42 bilhões , alta de 12,9% em relação aos US$ 30,49 bilhões registrados em setembro do ano passado. As importações somaram US$ 26,68 bilhões, uma redução de 2,4%. Com isso, o país terminou setembro com superávit comercial de US$ 7,74 bilhões . No acumulado de jane...

Brasil e EUA voltam a negociar tarifas no G20; entenda o que está em jogo

Brasil e Estados Unidos terão uma nova rodada de negociações sobre as tarifas aplicadas aos produtos brasileiros durante a reunião de ministros de Comércio do G20, marcada para 30 de setembro e 1º de outubro, em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin . O encontro presencial deve reunir o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, e o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. As equipes dos dois países já vinham mantendo conversas técnicas antes da reunião. A negociação ocorre em um momento em que parte das exportações brasileiras para o mercado norte-americano está sujeita a sobretaxas adicionais. Dependendo do produto, as cobranças podem chegar a 37,5% em tarifas adicionais , além das tarifas normais de importação dos Estados Unidos. A reunião, portanto, será mais uma etapa de um processo que envolve comércio exterior, empresas exportadoras, setores industriais e agrícolas e a...

CSN eleva receita e EBITDA no 2º trimestre, mas dívida supera R$ 42 bilhões

 🕒 Tempo de leitura: 4 minutos A CSN apresentou melhora em importantes indicadores operacionais no segundo trimestre de 2026, mas o resultado financeiro continua sendo um dos principais pontos de atenção para a companhia. A receita líquida chegou a R$ 11,31 bilhões , alta de 5,7% na comparação anual, enquanto o EBITDA ajustado alcançou R$ 2,77 bilhões , crescimento de 4,9%. Ao mesmo tempo, a empresa registrou prejuízo líquido de R$ 773,1 milhões no período.

Mercado global de títulos entra no radar com petróleo caro, inflação e preocupação com a dívida

 O mercado financeiro internacional atravessa um período de maior tensão, com investidores reavaliando o risco de manter dinheiro aplicado em títulos públicos diante da combinação de petróleo mais caro, inflação persistente, juros elevados e preocupação com o aumento da dívida dos governos . A movimentação ganhou força no início de setembro de 2026 e chama atenção porque os títulos públicos, especialmente os de países desenvolvidos, costumam funcionar como uma referência para o custo do dinheiro em diferentes partes da economia. Em outras palavras: quando os juros desses títulos sobem, o impacto pode aparecer muito além das mesas de negociação. Financiamentos, empréstimos, investimentos, ações e decisões de governos podem sentir os efeitos. O movimento ocorre em um cenário de forte pressão sobre os preços da energia. A alta do petróleo vem sendo associada às tensões no Oriente Médio e aos riscos envolvendo o fornecimento da commodity. Em 2 de setembro, o petróleo Brent chegou a ...

Confiança do consumidor cai em setembro: o que isso muda na vida dos brasileiros

Quando uma família decide adiar a compra de uma geladeira, trocar o carro mais tarde, reduzir as refeições fora de casa ou simplesmente guardar mais dinheiro para os próximos meses, essas decisões individuais podem revelar algo maior sobre a economia. É justamente esse tipo de comportamento que os indicadores de confiança procuram acompanhar. Em setembro, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), calculado pelo FGV IBRE, recuou 0,5 ponto e chegou a 84,2 pontos. Foi a quinta queda consecutiva e o menor nível desde novembro de 2022, quando o indicador estava em 83,5 pontos. O resultado chama atenção porque mostra que, mesmo quando alguns aspectos da vida financeira podem apresentar alguma melhora, as expectativas para o futuro continuam pesando sobre as decisões de consumo.

IPCA desacelera em junho, mas inflação ainda pesa no bolso dos brasileiros; entenda o que os números mostram

Tempo estimado de leitura: 4 minutos A inflação oficial do Brasil perdeu força em junho, segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ( IPCA ), considerado o principal indicador da inflação no país, registrou alta de 0,16% no mês, abaixo dos 0,58% observados em maio. Apesar da desaceleração, a inflação acumulada em 12 meses permanece em 4,64% , acima da meta contínua estabelecida para 2026, embora dentro da margem de tolerância definida pelo Conselho Monetário Nacional. O que é o IPCA? O IPCA mede a variação dos preços de produtos e serviços consumidos pelas famílias brasileiras. Na prática, ele mostra quanto o custo de vida aumentou ou diminuiu ao longo do tempo. Quando o índice sobe, significa que, em média, os preços ficaram mais caros. Quando desacelera, não quer dizer que os preços caíram, mas sim que passaram a subir em um ritmo menor. Esse indicador é acompanhado de perto pelo B...

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