Pelo que eu vejo por aí, muita gente acha que o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) é só um prédio antigo no Rio, cheio de gente de terno falando difícil e carimbando papel. Mas, na minha humilde opinião, a verdade é uma só: o TCE é a "âncora" que não deixa o nosso dinheiro sumir no ralo da má gestão. Sem essa fiscalização, a gente ficaria à deriva.
Esse rigor dos técnicos, que às vezes parece chato, é o que garante que o imposto que você paga vire remédio no posto e professor na sala de aula. É a segurança de que a máquina pública não vai travar por falta de juízo de quem manda. E para a gente entender como isso funciona na prática, o bicho está pegando agora com alguns casos aqui da nossa região que merecem a nossa atenção.
O Caso de Volta Redonda: O Samuca Silva vai ter um "segundo tempo"?
Administrar uma cidade do tamanho de Volta Redonda é igualzinho a um campeonato de futebol: tem que seguir a regra, se não o juiz apita. O assunto da vez é o ex-prefeito Samuca Silva e o processo nº 231.255-0/2024. O papo lá é sobre um tal de "recurso de revisão".
Traduzindo do juridiquês para o nosso português: esse recurso é como se fosse um VAR de um lance que já tinha sido decidido. É uma chance rara, um verdadeiro "re-match" depois que o apito final já tinha tocado. O tribunal vai olhar para trás e ver se novos fatos ou argumentos mudam o que foi decidido antes sobre a gestão dele. Para quem mora em Volta Redonda, isso é decisivo para passar a administração a limpo.
Se você quer acompanhar esse lance de perto, se liga nos detalhes que eu apurei:
- O dia do jogo: 29 de junho de 2026.
- O juiz da partida: Conselheiro Márcio Henrique Cruz Pacheco (ele é o relator).
- Onde assistir: Vai ser uma sessão virtual (Pauta Especial nº 077/2026), ou seja, dá para ver tudo pela tela do computador, no conforto de casa.
Enquanto Volta Redonda tenta resolver esse lance do passado, as cidades vizinhas já estão na "prova final" das contas de 2024.
Pinheiral e Vassouras: O exame final dos prefeitos vai sair do papel
Se o caso do Samuca é uma revisão, o que vai rolar para Pinheiral e Vassouras é o julgamento do ano. No dia 25 de junho, as contas de 2024 dos prefeitos Ednardo Barbosa e Severino Anannias Dias Filho vão passar pelo crivo técnico. E olha só a informação de bastidor que eu peguei: as sessões seriam no dia 24, mas mudaram para o dia 25 para garantir que o rito saia perfeito, sem erro.
A Conselheira Marianna Montebello Willeman está preparando o que eu chamo de "gabarito" — que os técnicos chamam de parecer prévio. É esse documento que diz se os prefeitos gastaram o mínimo obrigatório em saúde e educação. Na moral, é nessa hora que o "filho chora e a mãe não vê", porque se não bater o índice, a chapa esquenta. O tribunal fica em cima igual um zagueiro carrapato, não deixa passar nada. Diferente do caso de Volta Redonda, essas sessões serão presenciais, com aquele calor do momento que só quem está lá sente.
Dá uma olhada nos processos para você não se perder:
- Pinheiral (Ednardo Barbosa): Processo nº 212.408-4/2025.
- Vassouras (Severino Anannias): Processo nº 213.994-0/2025.
Esse pente-fino é o que garante que o dinheiro não seja jogado fora antes de chegar nos vereadores para a votação final.
Por que a gente precisa ficar de olho em cada centavo?
Muita gente me pergunta na mesa do bar: "E daí? O que eu ganho com isso?". O papo é reto: a transparência tira o "véu" que esconde a realidade. Sem esse controle, a prefeitura vira uma bagunça, a burocracia ganha e o serviço para você trava.
Disciplina e planejamento não são frescura de contador, é respeito com o cidadão. Quando o TCE trabalha sério, ele está garantindo que o dinheiro do asfalto e da merenda não tome outro destino. Você já parou para pensar que conferir como o prefeito gasta o seu dinheiro é o primeiro passo para a gente ter uma cidade de verdade? É o básico da nossa maturidade como povo.
A Minha Opinião
Essas sessões de junho, nos dias 25 e 29, são decisivas para o futuro do Sul Fluminense. Quando as instituições funcionam e fiscalizam com critério, quem ganha o troféu é a gente.
Na minha visão de quem entende de organização financeira, prefeitura é igual casa: se não anotar o que entra e o que sai, e não tiver disciplina, a conta não fecha e o prejuízo sobra para a família — que, no caso, é a população.
Fazendo aquela comparação com o meu Flamengo, o TCE é o VAR que não deixa o jogo ser roubado. Pode ser demorado e técnico, mas é o que garante que ninguém ganhe no grito. O objetivo é um só: fazer o jogo render para a torcida, fazendo o dinheiro público valer cada centavo.
E para fechar com a estratégia de um mestre Jedi, gerir uma cidade exige equilíbrio e visão de longo prazo. Não dá para cair no lado sombrio do desperdício. O controle do Tribunal é a "Força" que mantém as contas em ordem. Ficar de olho nesses julgamentos é o que nos torna cidadãos de verdade. Vamos acompanhar, porque uma cidade melhor a gente constrói participando e não deixando ninguém jogar nosso suor no lixo!
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